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No pain, no gain pode ser perigoso – Entenda o porquê

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Famosa em todas as academias, a expressão No pain, no gain surgiu nos anos 80 oriunda de atletas de fisiculturismo e hoje é encarada como um mantra ou estilo de vida por muitos

No pain, no gain

No pain, no gain

Expressão muito ouvida nos anos 80 por atletas de fisiculturismo, a expressão No pain, no gain (que em tradução livre para o português quer dizer Sem dor, sem ganho) é repetida em muitas academias ainda nos dias atuais.

A frase é comumente associada à alta performance e desempenho. Para muitos, sem não houver dor e exaustão durante a prática de exercícios físicos não haverá resultado satisfatório. Mas isto está errado! E muito errado.

 

No pain, no gain

No pain, no gain

No pain, no gain e o overtraining

 

Chegar a exaustão muscular pode levar ao termo conhecido como overtraining, que nada mais é um desgaste excessivo das fibras musculares e gasto energético além do ideal, o que faz com que o corpo entre em fadiga durante ainda os exercícios, acarretando um desgaste muscular, ao invés de um ganho muscular.

O overtraining pode acontecer tanto para iniciantes de exercícios físicos quanto para atletas de alto rendimento e mais experientes. Claro que a resistência destes indivíduos são diferentes, porém ambos tem um limite para o seu corpo.

Portanto, nunca ultrapasse seus limites.

 

No pain, no gain

No pain, no gain

No pain, no gain e as lesões

 

Sim, especialistas em fisiologia afirma que a busca excessiva e exagerada pelo limite do corpo leva muitas pessoas a lesionarem-se. E em alguns casos estas lesões podem ser muito graves, já que o corpo está tão desgastado que sequer consegue iniciar um processo de recuperação rápido.

“É uma filosofia que causa lesões que enchem consultórios hoje em dia”, relata Diogo Leite de Barros, fisiologista do Hospital do Coração e diretor técnico da DLB Assessoria Esportiva.

No caso da musculação, o “No pain, no gain” resulta principalmente em problemas no bíceps e área peitoral. O futebol tem as lesões no músculo posterior da coxa, responsável pelo arranque, como as mais comuns.

“Mais da metade dos atendimentos (em consultório) são lesões relacionadas a sobrecarga”, resume Moisés Cohen, presidente da Sociedade Mundial de Artroscopia, Cirurgia do Joelho e Trauma Desportivo.

 

Portanto pessoal, vamos treinar sim, vamos buscar nosso limite sim, mas sem esquecer que o mais importante é o nosso bem estar e nossa saúde.

 

Bom treino a todos!!

 

Rubens Munhoz Personal Trainer

Autor do texto

Rubens Munhoz é Consultor de treinos Online e Personal Trainer especializado em emagrecimento, condicionamento físico e ganho de massa muscular.

E-mail para contato – rubens-munhoz@hotmail.com

Referência bibliográfica – ESPORTE.UOL.com.br

 

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